Archive for the ‘BIOGRAFIAS’ Category

Com um vozeirão de dar inveja e esbanjando sensualidade, Stacy Ann Ferguson, a “Fergie” do Black Eyed Peas, lança em carreira solo, seu estreante “The Dutchess”. Sem largar os companheiros do BEP, a cantora está se saindo muito bem em seu novo trabalho. “London Bridge”, seu primeiro single, já está tocando em todas as rádios e é um verdadeiro sucesso.
Seguindo o hip-hop romântico que já faz no Black Eyed Peas a cantora de 31 anos tem motivos de sobra para comemorar. Além do sucesso do BEP ela decola na carreira solo. O disco leva o título “The Dutchess”, trocadilho com a duquesa de York, Sarah Ferguson (filha da rainha Elizabeth, da Inglaterra), pois as duas têm o mesmo sobrenome.
O álbum conta histórias desde a infância da cantora. Segundo Fergie, cada música tem um personagem, o que torna o CD muito divertido. De acordo com o produtor do disco, o companheiro de trabalho do BEP will.i.am, “The Dutchess” mostra vários lados da cantora, desde o frágil até o mais forte, como uma trajetória da vida da musa.
Antes do Black Eyed Peas e do Wild Orchid, a cantora trabalhou atuando e dublando em desenhos como Snoopy e Kids. Logo depois que abandonou o Wild Orchid, Fergie passou por uma fase muito conturbada. Problemas com drogas, relacionamentos amorosos caóticos e depressão fizeram parte dessa etapa da vida da cantora. Recentemente, Fergie fez uma participação no filme “Poseidon”, onde interpretou uma cantora que se apresentava nas festas do navio.

Paulina Rubio Dosamantes nasceu em 17 de julho de 1972 na Cidade do México. Já aos dez anos começou sua carreira em um seriado de TV, chamado Timbiriche. Uma vez na TV, Paulina chegaria rapidamente ao estrelato, participando de várias novelas.
Em 88, ela interpretou uma vilã, na novela Pasión y Poder. Dois anos depois, já era protagonista da série Baila Comigo. Com a popularidade em alta, essa mexicana, também conhecida como “La Chica de Dorada”(a garota de ouro), dá início a sua carreira solo como cantora. Em 92, lança um álbum com seu denominado justamente “La Chica Dorada”. No ano seguinte lançaria outro disco, intitulado “24 kilates”.
Depois a moça ingressaria no mundo do cinema, no filme Bésame En La Boca. Com o sucesso de seus diversos projeto e de olho no futuro da garota que já mostrava todo seu kilate no México e na América latina, a Universal Records dá início à carreira internacional de Paulina.
Com Y Yo Sigo Aqui, seu single de estréia pela nova gravadora, Paulina Rubio chega às paradas de todo o mundo. Com CD intitulado Paulina, ela a concretiza sua imagem de símbolo sexual(é só dar uma clicada na galeria de fotos e dar uma olhada no kilate da moça) e chega a cantar ao lado de grandes nomes da música pop como Bon Jovi, Stereophonics e Geri Halliwell.
Bastante comparada com Shakira, musicalmente, Paulina é sucesso nas paradas de todo mundo. O novo CD de Paulina, Border Girl, traz músicas recheadas com estilo consistente e maduro. A cantora, sempre sensual, une a suas raízes latinas, diferentes estilos musicais, como o pop, funk, jazz, house e techno.
A primeira faixa de trabalho é também o destaque do álbum: “Don´t Say Goodbye”. O melhor de tudo é que o ouvinte JP além de ouvir, pode assistir o clipe e curtir todo o talento e charme da cantora mexicana.
Moby é uma das mais controversas figuras dentro da cena techno, ora sendo aclamado por ter trazido uma “cara” ao mundo da música eletrônica onde o anonimato dos dj’s e músicos é bastante comum, se tornando a primeira “celebridade” deste estilo, ora sendo criticado por ter diluído o technomisturando-o com as mais diversificadas influências. Seja como fôr, Moby foi uma das mais importantes figuras dentro da música pop no início dos anos 90, sendo um dos precursores e ajudando a popularizar o techno e as raves.
Moby produz um tipo de música que foge das barreiras de um único estilo, e aproveita das influências da dance-music, das guitarras distorcidas, do punk-rock, da música ambiente e das trilhas sonoras de filmes para conceber um som totalmente único. Não contente apenas em ser um “pequeno gênio” da música eletrônica, Moby ainda arranja tempo para discutir em suas músicas questões políticas como o ambientalismo, o direito dos animais e o vegetarianismo, dos quais ele é um forte adepto.
Seu primeiro hit, a música “Go!” ficou entre os 10 mais vendidos na Inglaterra em 1994 e o estabeleceu como um dos principais produtores de techno no mundo todo, ajudando-o a lançar seu primeiro álbum sob contrato de uma grande gravadora, a Elektra Records, chamado “Everything Is Wrong”. Nada porém que o impedisse de abrir mão desde mesmo techno para lançar-se como um guitar-hero em seu álbum de 1996, chamado “Animal Rights”. O retorno à eletrônica deu-se em 1997 com o álbum “I Like To Score”, e agora em 1999 deparamos com o mais novo filho de Moby, chamado “Play” que, superando todas as expectativas, alcançou o primeiro lugar das paradas na Inglaterra e conseguiu um disco de platina por suas vendas.
Em “Play”, Moby condensa todo a sua carreira em 17 grandes faixas. A eletrônica se casa perfeitamente com pianos de blues, com vocais que às vezes beiram o gospel, com brincadeiras entre os big-beats de bandas como o Chemical Brothers, e os vocais melancólicos do próprio Moby, que sabe tirar belos sons de sua pouca experiência vocal. “Play” foi eleito melhor álbum do ano por revistas como a Rolling Stone e Spin, e é acima de tudo um álbum feito sob medida para a geração presente, envolvida numa era onde a busca pela informação é acirrada e onde todas as barreiras parecem que uma hora ou outra, vão acabar ruindo.
Kylie Minogue começou sua carreira muito cedo na TV. Em 1986 ela foi convidada para interpretar a personagem Charlene na série “Neighborns”. Seu sucesso foi tanto, que em um especial da série, ela cantou a clássica “The Locomotion”, canção que também teve grande repercussão naquela época na Austrália e virou um dos singles mais vendidos dos anos 80. Depois, Kylie foi convidada pelo trio de produtores Stock, Aitken e Waterman. Em 1988, fez seu “debut” mundial com o single “I Should Be So Lucky” e mais tarde lançou uma versão mais dançante para a original “Locomotion”, que chegou entre as 5 da Billboard americana e no topo da parada inglesa. Após o sucesso mundial dos dois singles, a australiana lança seu primeiro álbum, o “Kylie”, do qual saíram as canções “Got To Be Certain”, “Je Ne Sais Par Pourquoi” e “It´s No Secret”.
Ainda nessa época, Minogue casou-se com Michael Hutchience (falecido líder da banda INXS), mas logo eles se separam. Kylie também filma seu primeiro longa “The Delinquents” (”Amor Ilícito”) e grava o segundo disco, batizado de “Enjoy Yourself”, com os hits “Hand On Your Heart”, “Wouldn´t Change a Thing”, “Never too Late” e o tema de seu filme, “Tears On My Pillow”. Em meados dos anos 90, a cantora aparece com um visual mais sexy e um álbum diferente dos anteriores, com a colaboração de feras da música pop como Stephen Bray (produtor de muitos sucessos de Madonna).
Em 1991, Kylie lança o LP “Let´s Get To It”, recheado de sucessos como “Give Me Just a Little More Time” e “Finer Fellings”. Já 1992 uma coletânea sua é lançada a pelo selo PWL (de Stock, Aitken, Waterman), fechando assim, sua jornada de trabalhos com o trio.
Em 1994, ela interpreta a personagem Cammy do filme “Street Fighter” e grava seu novo álbum pela “Deconstruction”, seu novo selo musical. Intitulado de “Kylie Minogue”, ele tem uma produção mais séria e arrojada, fugindo um pouco do dance-pop. No ano seguinte, aparece novamente nas telonas do cinema com a comédia “Bio-Dome” (”Loucos Pela Natureza”), fazendo o papel de uma cientista. Também lança um single com Nick Cave, chamado de “Where The Wild Roses Grow”.
Em 1997 Kylie Minogue grava uma música com o DJ Towa Tei, chamada “G.B.I” (”German Bold Italic”), com influências do techno. Lança ainda, o primeiro single de seu novo álbum, “Some Kind of Bliss”. O álbum, por se chamar “Impossible Princess” (Princesa Impossível) e ter sido gravado na época em que a Lady Di faleceu, teve que esperar para ser lançado. Depois teve seu nome modificado na Inglaterra, passando a ser somente “KM´98″. Depois de gravar um filme australiano e lançar um livro com fotos, Kylie grava mais um CD, pela sua nova gravadora Parlophone/EMI, cujo primeiro single lançado foi “Spinning Around”. No mesmo mês do lançamento de “Light Years”, Minogue lançou o single “On a Night Like This”, que alcançou o topo da parada australiana e a segunda colocação da parada inglesa. Recentemente, ela fez uma participação no filme “Moulin Rouge”, com Nicole Kidmann e gravou duas canções para a trilha do filme. Seu mais novo álbum é o “Fever”, lançado em 2001, com o hit “In Your Eyes”, que estourou nas rádios do mundo todo.

Com mais de 300 mil álbuns vendidos pelo mundo e com um público total de quase um milhão de pessoas em suas performances ao vivo, não é exagero dizer que o projeto Infected Mushroom é um grande sucesso na música eletrônica mundial da atualidade!
O Infected Mushroom é um projeto de referência no goa trance formado pelos produtores e DJs israelitas Erez Eisen e Amit Duvedevani. A banda teve o seu início quando Erez, que estuda música desde os seus quatro anos de idade e produz música eletrônica desde os onze, uniu-se a Duvdevani, após uma participação no lendário projeto Shiva Shidapu. Com um som considerado por muitos como inovador, melódico e alucinante, o Infected ajudou muito no crescimento do goa trance, combinando criatividade com muita técnica.
Seus integrantes têm formação em música clássica, mas fazem um estilo de trance considerado “pesado” pelos tradicionais fãs do estilo. O peso e a psicodelia característicos da dupla resultam da utilização de pelo menos seis tipos de teclados eletrônicos, cinco aparelhos de efeitos sonoros digitais, seis de efeitos analógicos, dois mixers, dois samplers (que reproduzem sons pré-gravados) e mais uma dezena de programas de computador.
A cada álbum lançado, o Infected foi conquistando o seu espaço e não demorou muito para os caras tornarem-se um dos maiores nomes da cena trance no mundo. Eles usaram seus conhecimentos em música clássica para compor músicas trance, o que acabou funcionando como trampolim para o sucesso mundial.
Lady GaGa é uma jovem artista norte-americana que se destaca no cenário Pop e Eletrônico. Stefania Gabriella, nome verdadeiro da cantora, começou no meio artístico bem cedo. Com apenas quatro anos, Lady aprendeu a tocar piano. Dez anos mais tarde já se apresentava em pequenos clubes.
Aos 17, entrou na Universidade de Artes de Nova York, onde estudou música. Sua carreira como cantora estourou no início de 2008 porém, um pouco antes, Lady foi chamada pela gravadora Interscope para escrever letra para alguns artistas. Um dos grupos que teve a oportunidade de receber letras da Lady, foi o grupo Pussycat Dolls.
Depos disso, Lady ingressou definitivamente na música. No segundo semestre de 2008, a cantora e compositora lançou seu primeiro álbum. The Fame chegou no Canadá numa edição com 12 faixas. Pouco tempo depois, o disco foi lançado mundialmente. A edição foi lançada com 14 músicas.
O primeiro single de sucesso de The Fame foi “Just Dance”. O hit figurou nas principais paradas musicais de todo o mundo, inclusive no Brasil. A música conta com a participação especial do cantor e letrista Colby O’Donis, que já trabalhou com o rapper Akon

Esta norte americana do Texas, que nasceu em 1982, primeiramente quis fazer faculdade de biologia marinha, mas o mundo da música falou mais alto. Ela entrou para o concurso “American Idol”, um estilo de Fama, em 2002 e, apesar de nunca ter tido aula de canto, foi a grande vencedora.
Sua entrada nesse mundo aconteceu por acaso. Ela estava cantando sozinha no corredor da Escola Secundária Pauline Hughes, em Burleson, Texas, quando uma professora perguntou se ela não pensava em entrar para o coral, apesar de ter 13 anos, um pouco tarde para os padrões.
A formação clássica foi decisiva para esta novata adaptar a voz a outros estilos de música. Como aprendeu fácil e rápido, não demorou muito para ser reconhecida em competições do estado e regionais.
Quando se formou no colegial, mudou para Los Angeles e começou a mandar umas fitas para tentar entrar na indústria musical. Mas isso foi por água abaixo quando seu apartamento pegou fogo deixando ela quase sem nada. Assim, teve que voltar para sua casa no Texas.
Uma das melhores amigas da cantora, Jessica, foi quem incentivou Kelly a não desistir e lutar pelo seu sonho, tentando uma vaga no concorrido concurso “American Idol”. E em uma surpresa da vida, saiu vitoriosa do programa, com 57% dos votos.
Kelly se inspirou em muitos cantores que vão desde Bette Midler e Reba McIntyre até Gwen Stefani e Aerosmith. E é por isso que ela pode ter um repertório tão eclético!
O seu primeiro single, “Before Love You”, se tornou, logo na primeira semana, o número um da parada americana

Britney Jean Spears nasceu no dia 02 de dezembro de 1981 na cidade de Kentwood, Louisiana – EUA. Aos 2 anos de idade começou a mostrar sua adoração por música e aos 3 foi matriculada pela mãe em uma escola de jazz, balé e sapateado. Participou de alguns concursos de dança, manifestou a vontade de ser cantora e aos 5 anos, soltou a voz na formatura do jardim de infância. Entrou em festivais locais e no dia 18 de agosto de 1990, venceu o concurso nacional: Miss Talento dos Estados do Centro dos EUA.
Com 8 anos de idade, inscreveu-se na seleção de elenco para o Clube do Mickey no canal Disney. Disputou uma vaga com outras 600 crianças, ficou entre as 6 finalistas, mas os produtores acharam que era muito nova para o trabalho. Mesmo assim, um dos produtores acreditou no potencial da garotinha e arrumou um empresário de Nova York para ela.
Em Abril de 1992, participa de outro concurso nacional de talentos mas é desclassificada na segunda seleção. Começa a aparecer em diversos comerciais nacionais e aos 10 anos, vira protagonista de uma peça de teatro chamada “Ruthless”. Aos 11 anos, consegue o trabalho, sendo a mais nova das 20 apresentadoras. Nesse tempo, ela conhece várias outras pessoas que hoje também são estrelas na música, como o Justin do N’Sync e a Christina Aguilera.O Clube do Mickey é cancelado da programação no dia 22 de outubro de 1994 e Britney desencana, de vez, da vida artística. Volta para casa em Kentwood.
Em novembro de 1994, entra na escola e se torna a celebridade local, sendo eleita a “mais bonita” no livro de recordações da escola. Muda de idéia novamente e grava uma música demo no toca-fitas da família. Sua mãe manda a fita para o empresário em NY e logo oferecem à Britney um trabalho como cantora num grupo de garotas. Ela recusa a proposta e decide fazer carreira solo. Três semanas depois, faz um teste na Jive Records e no dia 04 de agosto de 1997, assina um contrato. Aos 15 anos, vai à Suécia gravar seu primeiro álbum.
Lança seu primeiro álbum no dia 12 de janeiro de 1999 e logo de cara alcança a primeira posição nas paradas, ultrapassando as vendas do N’Sync. Vende 125 mil cópias em uma semana e um mês depois recebe o disco de platina. Aos sete meses, recebe 7x disco de platina. O álbum “…Baby One More Time” vende mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo, e consolida Britney como um fenômeno da música pop internacional. Em 1999, suas músicas ganham Grammys, freqüentaram as paradas e mudaram a cara da música pop.
Em Abril de 99, tira fotos para a revista Rolling Stones e a Associação Americana da Família (AFA) descreve as fotos como uma “mistura pertubadora” de inocência infantil e “sexualidade adulta” exigindo que a revista seja retirada das bancas, iniciando assim, um boicote nos EUA contra o disco da Britney. O que não adianta muita coisa, pois as polêmicas da princesinha do pop ajudavam a vender ainda mais e olha que nessa época, Britney era uma boa moça!
Em maio de 2000, a cantora repetiu a fórmula de seu sucesso com, “Oops!…I Did It Again”, que vendeu mais de 1,319 milhões de cópias apenas na primeira semana, e quebrou o recorde de álbum feminino mais vendido na primeira semana. O álbum foi gravado em apenas dois meses, pois os produtores acreditavam que Britney não podia se afastar da mídia. Em janeiro de 2001, já em sua fase mais rebeldinha (época em que Britney começou a explorar um ousado figurino e coreografias cada vez mais sensuais e explícitas), a musa foi considerada a maior estrela pop da noite adolescente do festival Rock in Rio, com sua tour mundial .
A cada álbum lançado, Britney mostrava que não era só um corpinho bonito e tinha taelento para dar e vender! Em novembro de 200, ela lançou o seu terceiro álbum, intitulado “Britney’, que alcançou 745 mil cópias vendidas na semana de lançamento, tornando-se a primeira cantora a estrear seus 3 álbuns de inéditas em primeiro lugar. O primeiro single do álbum, “I’m A Slave 4 U”, chocou o mundo com um clipe mostrando que ela realmente não era mais inocente, revelando uma Britney mais madura e provocativa do que nunca. Para divulgar o CD, Britney Spears lançou sua segunda tour mundial, “Dream Within a Dream Tour”, estimada em 18 milhões de dólares de equipamentos e com todos os ingressos esgotados antes do primeiro show.

Jessica Simpson começou cantando na Igreja. Sua sorte parecia mudar no dia em que cantou a música “Amazing Grace” e foi ouvida por uma pessoa que estava prestes a abrir uma gravadora de música gospel. Então, com apenas 13 anos, a cantora conseguiu seu primeiro contrato. No entanto, para a infelicidade de Jessica, a gravadora faliu antes de lançar seu disco.
Porém, sua avó acreditava em seu talento e decidiu financiar o primeiro disco de Jessica, que não demorou a esgotar. Logo estava na estrada em turnê com grandes bandas cristãs.
Mais tarde, assinou um contrato com a Sony Music e teve um CD lançado em 1999, nos Estados Unidos. Escolheu a música pop por saber que teria maiores chances de atingir mais pessoas e alcançar o sucesso. “Ouvir minha música no rádio foi incrivel”, conta a cantora. “Estava em Nova York no carro com meu pai, e eu olhava em volta pensando quem estaria ouvindo a minha música naquele momento”.
Por um tempo, Jessica tocou na abertura de shows de grandes nomes do pop, como 98 Degrees e Ricky Martin.
Quando o assunto é a comparação com outras cantoras, como Britney Spears, Christina Aguilera e Mandy Moore, ela afirma que se preocupa com isso, afinal as pessoas vão fazer isso mesmo e ela não pode ficar brava por isso

Hannah Montana é uma série americana original do Disney Channel e estreou no dia 24 de Março de 2006, nos Estados Unidos. A série mostra a vida de Hannah Montana, mais conhecida como Miley Stewart, uma jovem de 14 anos que acaba de chegar a Malibu e de se instalar na casa do seu irmão mais velho, Jackson, e do seu pai, um compositor de música chamado Robby. Juntamente com os seus melhores amigos, Lilly e Oliver, Miley vive todo o tipo de aventuras na escola, desde o esforço para conseguir boas notas até planos mirabolantes para impressionar o rapaz de quem ela gosta, passando pela sua vontade de ser aceite pelos grupos de alunos mais populares da turma.
Apesar de ser difícil viver a adolescência, Miley sofre uma auntêntica transformação mas acaba se encontrando quando sobe a um palco para cantar. Os seus colegas não conhecem a sua vida dupla como a famosa cantora Hannah Montana, o que a obriga a viajar por todo o mundo, deixando os fãs fascinados com as canções compostas por seu pai.
Miley vive uma vida que seria o sonho de qualquer adolescente, mas apesar das vantagens da fama e do glamour, o que ela realmente quer é viver a vida com uma vida igual à de qualquer jovem da sua idade, aproveitando das mesmas coisas que as suas amigas.

Nascida no dia 2 de maio de 1985, em Hammersmith – bairro de Londres -Lily Allen cresceu na cidade, estudou em mais de dez escolas e até trabalhou numa floricultura. Porém, foi para a área do showbiz, seguindo o caminho trilhado pelos pais. Keith Allen, seu pai, é comediante e apresentador de TV, e também é co-autor de “World in Motion”, canção que embalou a seleção inglesa de futebol na Copa de 90. Já a mãe, Allison Owen, é produtora de cinema.
A londrina estudou música, mas revelou não saber tocar nenhum instrumento. Por isso, conta que dá importância às formas dos vocais das canções. “Sei ler música, então, quando escrevo as letras, consigo visualizar a melodia”. Lily fez seu primeiro show em maio de 2006, e agora já se apresenta com mais frequência. “Estava nervosa, mas deu tudo certo. Já fiz até outros shows”.
O álbum de estréia, “Allright Still” – lançado pelo selo EMI -, traz toda sua marca e veio para abalar a música pop. As canções trazem na melodia influências do rock anos 60, ska, rap e eletrônica, e são um “direto” na cara de muito músico. Allen compõe as letras do jeito que entende melhor – desbocada, irreverente e crítica. “Não é nada intencional. Escrevo sobre coisas que acontecem à minha volta. Não considero um estilo ou algo que faça parte de uma cena. Várias bandas novas britânicas fazem isso porque é o que sentimos. Ninguém agüenta mais músicas que não dizem nada”, revela a cantora.

Vanessa Hudgens é uma garota de sorte! Seu primeiro trabalho como artista aconteceu por acaso. Sua amiga não podia comparecer ao teste para um comercial de TV e perguntou se Vanessa não queria ir no lugar dela. Depois disso, a garota atuou em várias peças de teatro até conseguir um papel como atriz de cinema. Em 2003, ela fez o filme “Aos Treze Anos”. Logo em seguida, trabalhou em “Thunderbirds”. Mas o sucesso chegou mesmo como Gabriella Montez, em High School Musical da Disney, em 2006.
Além de atuar no musical, Vanessa interpretou algumas canções para a trilha sonora do filme, iniciando sua carreira musical, que lhe rendeu um contrato com a gravadora Hollywood Records para o lançamento de seu primeiro trabalho como artista solo.

Formado em 1997, em Londres – Inglaterra, o Coldplay é uma banda de rock alternativo conhecida por sua doce melodia e suas letras melancólicas, que agradaram rapidamente o público. Composto por Chris Martin, Jon Buckland, Guy Berryman e Will Champion, o Coldplay conquistou o mundo com seus hits, faturou um Grammy Awards com “Clocks” e tem 32,5 milhões de álbuns vendidos no mundo todo.
O vocalista Chris Martin cresceu em Devon, Will Champion em Southampton, Guy Berryman na Escócia e depois em Kent, Jonny Buckland em North Wales. Eles se conheceram na década de 90, na University College London. Não demorou para que se tornassem amigos e logo, Chris começou a compor com Jonny. Em seguida, Guy entrou para o grupo para tocar baixo e Will assumiu a bateria.
Os quatro ensaiavam exaustivamente e tocavam em todos os lugares possíveis, como explica Chris: “Costumávamos tocar em banheiros, no porão, até mesmo em parques. Em qualquer lugar que encontrássemos para tocar”. Juntos, gravaram um EP com quatro músicas e produziram 500 cópias. Com isso, conseguiram uma apresentação no festival de música The City, em Manchester, em 1998. O show chamou a atenção de Simon Williams, da gravadora Fierce Panda. Então, o grupo foi contratado para o lançamento do single “Brothers And Sisters”, que acabou levando ao contrato com a Parlophone.
O primeiro álbum dos caras pela Parlaphone, “Parachutes”, confirmou o que já aparecia nos shows: a personalidade marcante do grupo tinha conquistado seus adeptos e as canções recém-lançadas, e os hits “Shiver” e “Yellow” ganhavam as paradas de sucesso na primavera de 2000. O álbum rendeu ao Coldplay uma indicação ao Mercury Music Prize, prêmio britânico disputado em novembro do mesmo ano. Pouco tempo depois, o grupo pode perceber que seu trabalho já tinha cruzado o continente: “Yellow” tinha sido escolhida como tema de uma campanha publicitária da rede de TV americana ABC.
Desde seu início, o Coldplay estava destinado a compor grandes canções e revolucionar por sua sonoridade próxima a de outros artistas ícones como Radiohead, Oasis, Jeff Buckley e Travis. Outras influências são U2, R.E.M, Pink Floyd, John Lennon, The Smiths, The Stone Roses, Tom Waits, The Flaming Lips, Neil Young, Echo and the Bunnymen e, mais recentemente, Johnny Cash e Kraftwerk. Cash foi inclusive convidado pela banda a gravar uma música pendente, mas morreu antes de fazê-lo.
O segundo trabalho do Coldplay, batizado de “A Rush of Blood To The Head”, também foi muito bem recebido pelo público. Os hits “Clocks”, “In My Place”, “The Scientist”, ajudaram o álbum a conquistar os primeiros lugares dos tpos do mundo todo e toda essa badalação transformou o Coldplay em uma banda de peso.
Mesmo com apenas dois álbuns o grupo saiu em turnê pelos cinco continentes, época em que os caras passaram pelo Brasil pela primeira vez. A banda fez uma turnê mundial de junho de 2002 a setembro de 2003, aproveitaram a oportunidade para gravar um CD e DVD ao vivo em Sydney, Austrália, chamado Live 2003. Em 2004, o grupo descansou da turnê e se pôs a trabalhar nas gravações do próximo trabalho.
Agora conhecido mundialmente, o grupo desfrutava do privilégio das grandes bandas de ter fãs em massa fora da Europa e o terceiro álbum de estúdio dos caras ” X&Y”, lançado em diversos países no final de junho de 2005, mostrou que independente de tanto sucesso a personalidade do quarteto, continuava a mesma. O primeiro single do álbum, “Speed of Sound”, foi lançado em CD dia 23 de Maio de 2005. O álbum chegou ao topo da UK Album Chart com 464.471 cópias vendidas na primeira semana, ficando em segundo lugar no ranking. Já nos Estados Unidos, os britânicos venderam cerca de 737.000 na primeira semana.
Chris Martin disse que o nome do álbum “X&Y” é uma referência aos pontos altos e baixos da vida no seu dia-a-dia. Martin disse “Meu dia inteiro é uma mistura de otimismo e pessimismo nas suas mais extremas formas. E isso que é X&Y para mim, são dois lados. Eu gosto do fato que elas são letras muito fortes, muito claras”.
Depois de muito mistério, algumas especulações e quase três anos sem um novo trabalho, Chris Martin falou sobre o novo álbum e pelo visto, a turnê na América Latina trouxe bons resultados para os caras! Em entrevista à revista norte-americana “Rolling Stone”, o Coldplay anunciou que o quarto disco da banda inglesa iria se chamar “Viva la Vida’, uma referência a uma frase vista pelo cantor Chris Martin em uma obra da artista mexicana Frida Kahlo. “Ela passou por um monte de merda, é claro, e, em seguida, começou a dar uma grande pintura em sua casa que dizia ‘Viva la Vida’. “Eu simplesmente amei a ousadia disso”, explicou o vocalista sobre o título do novo trabalho.
“Viva la Vida or Death and All His Friends” foi lançado em 17 de junho, pela Capitol Records, nos Estados Unidos e contou com a produção de Brian Eno, co-responsável pelo sucesso The Joshua Tree, do U2.

Lavigne nasceu em uma cidade chamada Napanee, na província de Ontario, de apenas cinco mil habitantes. Filha de cristãos, sua diversão era cantar na igreja (”Mas não no coral, porque queria cantar sozinha”, diz) e em feiras de música country. Seus pais incentivaram os estudos musicais e acabaram concordando em mandar a menina de 15 anos à Nova York para gravar uma fita demo com um produtor. Na viagem, Avril chamou a atenção de Antonio “LA” Reid, responsável pelo seu contrato com a Arista records. Com 16 anos, ela se mudou para Manhattan e começou a trabalhar no seu primeiro CD.
Avril criava canções, mas elas não eram representativas para ela. Então ela começou a se esforçar para escrever suas próprias canções e não ter que usar musicas compostas pela gravadora. “Eu tive que fazer minha música. Era uma estadia realmente estressante, mas eu nunca considerei estar por cima” diz ela. Los Angeles deu a Avril o começo que necessitou. Foi ai que conheceu o produtor e compositor Cliff Magness, a quem se apegou bastante. Ele a guiou na produção do CD, quase se tornando um pai para Avril. Graças a ele o Album “Let Go” foi lançado, juntamente com a ajuda da Nettwerk Management, que iniciou a carreira de muita gente famosa, como Sarah McLachlan, Dido, Coldplay, Barenaked Ladies e Sum 41.
Criado por Ivan Shapovalov, o grupo t.A.T.u surgiu em 1999. A primeira a ser escolhida foi Lena, que já vinha de uma família ligada com a música. Então, foi realizada uma nova seleção para decidir quem seria o segundo membro do t.A.T.u. Foi quando Yulia entrou para a equipe. O que Ivan não sabia é que as garotas já se conheciam, pois já haviam trabalhado juntas no grupo Neposedi.
As meninas despertaram grande interesse por parte do público com o videoclipe da música “All The Things She Said”, o qual mostra cenas de beijos e carícias entre as duas. Não se sabe se elas são realmente homossexuais ou se é uma jogada de marketing, mas que funcionou, isso é verdade! A dupla já vendeu mais de um milhão de cópias de seu disco de estréia, “200 po Vstrechnoy,vmeste na vechno”.
Depois do vídeo “Ya soshla s uma” (”All The Things She Said”), outros dois polêmicos clipes foram lançados. Em “Nas ne dogonyat”, elas roubam um caminhão e saem pela estrada do lado errado da pista, causando muitos estragos e em “30 Minut”, Yulia vê Lena com um rapaz e mata os dois. A grande dúvida é se o crime é cometido por ciúmes do garoto ou da companheira.
Com o sucesso do trabalho na Rússia, Ivan e suas pupilas decidiram investir na carreira internacional, expandindo sua música por toda a Europa e Estados Unidos. Para isso, contrataram um produtor de peso, Trevor Horn, que já trabalhou com o Yes e produziu bandas famosas como Simple Minds e Pet Shop Boys.
Mesmo não dominado a língua inglesa, lançaram o CD com o nome de “200km/h In The Wrong Lane” (200 km/h na pista errada), com versões em inglês das músicas mais famosas do original russo, além de contar com um cover de “How Soon Is Now”, do Smiths.
Para não dizer que as meninas deixaram de lado suas raízes, elas lançaram duas novas músicas: “Klouni” e “Prostye Dvizhenya”, que até já ganhou um clipe. E como não poderia deixar de ser, mais uma vez o t.AT.u fez questão de escandalizar. Neste vídeo, Yulia se masturba e tem orgasmos na frente da câmera. Apesar de não exibir cenas muito pornográficas, os políticos russos discutiram seriamente a possibilidade de censura. Porém, não foi encontrado nada ofensivo o suficiente para proibir a sua veiculação.
Se com pouco tempo de carreira a dupla já causou tanto barulho, imagine o que vem pela frente…

Nascida em 11 de fevereiro de 1981, Kelly Rowland nasceu em Atlanta e conquistou sua fama com o aclamado grupo Destiny´s Child – eleito como um dos melhores e mais rentavéis grupos femininos. Quando menina, Kelly se inspirava em grandes nomes da música como Whitney Houston, adora as músicas da musa e foi nessa época que a paixão pela música motivou Kelly. Na década de 90, mudou-se para Houston onde formou com Beyoncé, Letoya e LaTavia, o Destiny´s Child. Não demorou muito para que as meninas alcançassem sucesso com o single No No No Pt. 2 e fez com que o álbum de estréia do quarteto chegasse a vender cerca de 1 milhão de cópias e entrar no topo das paradas de sucesso. Logo em seguida os singles “With Me” e “Get on the Bus” trouxeram mais sucesso as meninas. “The Platinum’s On The Wall”, lançado em 1999 e “Survivor”, em 2001, fizeram com que o Destiny’s atingisse sucesso intercional e milhões de cópias vendidas. Em sua carreira com o grupo, a musa conquistou 3 Grammys e muita história para contar.
Em 2002, Kelly decidiu seguir carreira solo e lançou “Simply Deep” pela Colômbia Music, e se destacou pelo dueto com o rapper Nelly no hit “Dilemma” – o primeiro sucesso de sua carreira solo. Três anos depois, a musa começou a trabalhar em seu novo álbum “Miss Kelly” – inicialmente chamado de “My Story”, o álbum conta com mais participações como a de Eve no hit “Like This”. Previsto para 2006, o álbum só foi lançado no começo de 2007.

Uma das mais talentosas e bem-sucedidas cantoras negras da década de 90, Toni Michelle Braxton nasceu nos EUA em 7 de outubro de 1968, e iniciou sua carreira cantando em igrejas ao lado das quatro irmãs.
Filha de uma cantora de ópera amadora e um ministro de uma Igreja Apostólica, Toni sempre foi “regida” pelos pais segundo as regras da igreja, como a proibição de roupas ousadas, maquiagens, e programas de televisão. Mas é claro que a cantora nunca levou isso muito a sério.
Após montar um grupo com as irmãs batizado The Braxtons, Toni partiu para uma carreira solo cujos primeiros frutos foram duas faixas gravadas em 1992 para a trilha do filme “Boomerang”, sucesso estrelado por Eddie Murphy.
No ano seguinte, sai “Toni Braxton”, álbum que chegou ao primeiro lugar na parada norte-americana e consagrou músicas como “Breathe Again” e “Another Sad Love Song”.
Grande cantora, capaz de encarar de baladas a rhythm and blues moderno com a mesma categoria, ela se firmou de vez após “Secrets” (96), álbum que inclui o hit “Unbreak My Heart”.
Ela também participou da trilha do filme “Waiting For Exhale” (Falando de Amor), estrelado por Whitney Houston, por sinal uma de suas principais influências como cantora.
Depois de 4 anos afastada dos estúdios, Toni Braxton passou oito meses com Babyface preparando “The Heat”, o terceiro e já aclamado álbum de sua carreira, lançado em 2000, que garantiu à musa o Grammy Melhor Performance de R&B.

Nascido em 4 de dezembro de 1969 no Brooklyn, Shawn Corey Carter foi amigo de escola de Notorious B.I.G. Começou sua carreira lançando discos no final dos anos 80 e co-financiando sua música com bicos. Em 1990, ele apareceu nos álbuns de seu grande amigo Jaz (”The Originators”) e Original Flavor (”Can I Get Open’), e depois emplacou um hit underground em 1995 com “In My Lifetime”.
Seus problemas com gravadoras o levou a criar a gravadora Roc-A-Fella em 1996 com os empreendedores Damon Dash e Kareem “Biggs” Burke. Em sua estréia, “Reasonable Doubt”, ganhou o disco de ouro e alcançou o número 50 nos EUA com “Ain’t No Nigga”/”Dead Presidents”, estrelando a futura rap star Foxy Brown. O trabalho seguinte, “In My Lifetime, Vol. 1″ foi lançado como resultado do assassinato de Notorious B.I.G., e estreou como número 3 em novembro de 1997 nos EUA. Estrelando participações de convidados como Puff Daddy, Lil’ Kim, Too Short, BLACKstreet e DJ Premier, trabalho incluiu as inesquecíveis faixas “You Must Love Me” e “Where I’m From”.
Enquanto trabalhava em álbuns de outros artistas, Jay-Z encontrou tempo para escrever, produzir, e dirigir o curta-metragem semi-autobiográfico “Streets Is Watching”. A trilha sonora faturou o disco de ouro e apresentou várias das estrelas em ascenção da Roc-A-Fella, incluindo Memphis Bleek, Rell and Diamonds In The Rough, e apresentou o hit “It’s Alright”.
O álbum “Vol. 2 – Hard Knock Life” estrelou o poderoso produtor Timbaland, sem contar com o usual time da Ski e o DJ Premier. Entre os rappers convidados estavam DMX, Foxy Brown e Too Short, num pacote que diluiu o estilo de letras pesadas de Jay-Z numa tentativa de ultrapassar o mercado.
Lançado em dezembro de 1999, “Vol. 3 …Life And Times Of S. Carter” confirmou seu status como um dos mais populares artistas do hip-hop quando ele encabeçou a lista de CD’s mais vendidos do mês seguinte. “The Dynasty: Roc La Familia 2000″ tornou-se outro líder das paradas americanas. O importante papel de Jay-Z continuou em 2001 com o álbum “The Blueprint”, outro trabalho brilhante que o colocou na frente como o atual líder do gênero. Na mesma época ele foi sentenciado a três anos de condicional por esfaquear o produtor Lance “Un” Rivera em uma casa noturna de New York dois anos antes.

Lenny Kravitz, filho da atriz Roxie Roker e do produtor de TV Sy Kravitz, nasceu no dia 26 de maio de 1964.
Desde pequeno, curtia música. Começou cantando jazz em Nova York. Depois, se mudou para Los Angeles, junto com a família, onde cantou com o California Boys Choir e gravou com Zubin Mehta.
No começo de sua carreira, Lenny Kravitz – que então usava o nome artístico “Romeo Blue” – ouvia dos amigos e produtores que sua música não era “black” o suficiente para fazer sucesso. Mas ele não deu ouvidos.Queria criar, queria ser livre. Nunca obedeceu às regras e sempre fez o que quis.
Durante 3 anos, Kravitz ralou atrás de gravadoras e lugares pra tocar. Vivia sem grana. Para piorar, seus pais estavam se divorciando e o clima na sua casa estava terrível.
Em 1989, Lenny finalmente conseguiu lançar seu primeiro CD, “Let Love Rule”, com um som bastante funk.
Em 1991, veio o segundo CD, “Mama Said”. Com este trabalho Lenny Kravitz começou a fazer sucesso nos Estados Unidos e em todo o mundo. O single “It Ain’t Over Til It’s Over” chegou ao segundo lugar nas paradas de sucesso.
As músicas de Lenny são autobiográficas. Em quase todas as músicas do álbum “Mama Said”, o assunto é o fim de seu casamento com Lisa Bonet.
Em 1993, foi lançado o CD “Are You Gonna Go My Way” e, em 1995 saiu “Circus”.
O álbum “5″ tem a clara a influência da morte de sua mãe em algumas letras. Neste trabalho, Kravitz quis inovar, começar uma nova vida: ele aprendeu a tocar inúmeros instrumentos (todos os instrumentos do álbum são tocados pelo cantor) e cortou os dreadlocks (para se livrar do passado). O CD demorou 5 meses para ficar pronto e foi criado como um quebra-cabeças.
Depois do álbúm “5″ Lenny lançou também a coletânia Greatest Hits e o seu mais novo trabalho que estourou nas paradas com o hit “Dig In”, o álbum Lenny.

Calvin Broadus nasceu no dia 20 de outubro de 1971, em Los Angeles. Assim fica difícil saber de quem a gente está falando, mas trata-se do rapper Snoop Dogg.
Teve infância e adolescência pobres, como a maioria dos meninos negros da periferia dos EUA.
Ainda moleque, começou a praticar pequenos delitos e chegou a fazer parte de uma gangue. Por sorte, acabou se envolvendo com a música e por isso não foi longe no mundo do crime.
Não demorou muito e Snoop Dogg se tornou um dos maiores rappers dos Estados Unidos, trazido para o mundo da música por Dr. Dre, que se tornou o seu mentor.
Mas não foi à toa que Snoop Dogg se tornou um dos melhores, ele criou o seu estilo próprio de cantar, que ninguém no mundo do rap tem, um som incrível com batidas diferentes e contagiantes.

Justin Timberlake nasceu no dia 31 de janeiro de 1981, em Memphis, Tennessee, nos EUA. O garoto começou a investir em sua carreira artística logo cedo, cantando desde os 7 anos de idade. Timberlake sempre foi apaixonado pelo basquete, mas seu grande sonho era ser cantor.
Com apenas 12 anos, ele entrou para o time do “Mickey Mouse Club”, um programa infantil do Canal da Disney. Neste mesmo programa nasceram outros grandes artistas como Britney Spears, Christina Aguilera, JC Chasez e Keri Russell (atriz protagonista do seriado “Felicity”). Mais tarde, ao lado do colega JC, Justin entrou no grupo ‘NSync, aos 15 anos. Na companhia de Lance, Joey e Chris, lançaram o primeiro disco, chamado simplesmente “‘NSync”, que emplacou hits como “Tearin’ Up My Heart”, “I Want You Back” e “A Little More Time On You”, entre outros.
Como prova de fogo, Justin e sua trupe lançaram o segundo disco, “No Strings Attached” e mais uma vez, tomaram conta das paradas com as músicas “Bye Bye Bye” e “It’s Gonna Be Me”. Já o terceiro disco do ‘NSync foi uma resposta àqueles que criticam boybands, afirmando que são grupos comerciais sem qualidade. Os garotos mostraram que não são apenas meninos bonitinhos e provaram que possuem muito talento. O maior sucesso de “Celebrity” foi a canção “Pop”, que tomou conta das pistas pelo seu estilo dançante.
Sempre uma figura de destaque no palco, Justin é quem sempre fez os vocais principais do grupo e em 2002, o galã colocou as asinhas de fora e lança seu primeiro álbum solo, intitulado “Justified”. Sua primeira apresentação sozinho aconteceu na cerimônia do Video Music Awards 2002, com a música dançante, “Like I Love You”, no Radio City Music Hall, em NY.
“Like I Love You” alcançou o número onze na Billboard Hot 100 e seu álbum de estréia solo, “Justified” vendeu 439,000 cópias na primeira semana do seu lançamento e no total, mais de três milhões de cópias nos Estados Unidos e mais de sete milhões no mundo todo. O álbum foi aclamado pela crítica, devido ter bastante R&B contemporâneo influenciado pelos produtores de hip-hop, The Neptunes e Timbaland.
O segundo álbum solo de Timberlake, “FutureSex/LoveSounds”, foi lançado em 2006, com singles hits número um: “SexyBack”, “My Love” e “What Goes Around… Comes Around”. O álbum também lançou três singles adicionais: “Summer Love”, “LoveStoned” e “Until the End of Time” batendo assim o recorde que pela primeira vez um cantor masculino emplaca seis hits que entram no top vinte de um único álbum, desde Michael Jackson em 1991.
“FutureSex/LoveSounds”, estreou na primeira posição na parada da Billboard, vendendo 684,000 cópias na primeira semana, o álbum foi produzido Timbaland, Danja, will.i.am, Rick Rubin e o próprio Justin.[15] e contou com a participação dos vocais de Three 6 Mafia, T.I e Will.i.am. O primeiro single do álbum, “SexyBack”, foi apresentado na abertura do MTV Video Music Awards de 2006 e alcançou o número um na Billboard Hot 100, onde ficou sete semanas consecutivas.
“My Love”, o segundo single do álbum, também foi produzido por Timbaland com a participação do rapper T.I, alcançou novamente o número na Hot 100 e com “What Goes Around…/…Comes Around”, não foi diferente! Mas todo esse sucesso não era o suficiente, não para Justin, que decidiu se dedicar em sua carreira de ator e ainda é considerado pelos artistas, como o queridinho dos duetos.
Isso mesmo! Depois de sua participação com Timbaland, Nelly Furtado, Black Eyed Peas, Snoop Dogg e outros, em abril do ano passado, Justin foi visto entrando em estúdios de Londres com Madonna, ele confirmou os rumores de que estava colaborando com a pop star. E não é que era verdade mesmo! O queridinho da América, a rainha do pop e Timbaland produziram e lançaram o tão esperado hit “4 minutes”. O single foi lançado mundialmente dia 24 de Março de 2008 e rapidamente conquistou os primeiros lugares nos tops do mundo inteiro. E fique ligado, essa parceria ainda vai dar muito o que falar!!

O país de origem é Israel, local da onde saem os maiores projetos de psytrance do mundo, e a dupla é uma das mais conhecidas no cenário da música eletrônica. Asher Swissa e Assaf Bibass assumem Skazi, projeto que teve uma grande ascensão em pouquíssimo tempo.
O dueto sofre influências de mestres como Prodigy e Metallica, inovando na categoria do eletrônico ao misturar diversas sonoridades, incluindo a marca registrada da dupla: a guitarra. O som é contagiante, com uma batida pesada, marcada, forte e principalmente muito dançante. Com um estilo batizado de “trance core rock style”, mistura de rock com psy, o tão famoso “psyguitar” feito pela dobradinha conquistou o mundo.
A idéia surgiu em 1996, quando Asher se desvinculou da banda de heavy metal “Punk Breast Cancer”. Ele desejava conquistar a cena mundial, e viu um caminho pela música eletrônica. Tornou-se então DJ, até envolver-se com Bibass e formar o projeto. Daí em diante não pararam, e ganharam um enorme destaque nas festas de psytrance.
A dupla também assume seu próprio selo Chemical Crew, há 3 anos. Sua discografia conta com dois álbuns e três coletâneas entre 2001 e 2004 – sucesso absoluto de vendas. Suas músicas são indispensáveis para o set list das festas de música eletrônica no mundo inteiro. “Hit & Run”, “I Wish”, “Outer Space” são um exemplo desse fenômeno.
A tour 2005 da dupla incluiu apresentações por mais de 10 países. Tanto sucesso rendeu no lançamento do DVD “HIT & RUN WORLD TOUR – PART ONE”, que traz apresentações da tour 2004/2005 do projeto, passando por Japão, Israel, México, Rússia e Brasil. O DVD consiste na consolidação da carreira internacional do projeto e mostra que o trance não tem fronteiras

Formado em 1985 por William Naraine e seus amigos, Franco Amato e Andrea De Antoni, o grupo de eurodance Double You tornou-se o fenómeno de dança e em seu auge vendeu 10 milhões de discos ao redor do mundo.
Em 1991, eles conheceram o produtor Roberto Zanetti e daí em diante trilharam o caminho do sucesso. Em dezembro do mesmo ano, eles gravaram o single “Please don´t go”, uma regravação da romântica do KC and The Sunshine Band, que foi lançado em janeiro de 1992 e instantaneamente se tornou um hit consagrado.
Pouco depois, o Double You iniciou uma grande turnê pela Europa e apareceu em diversos programas de rádio e TV. E foi assim que eles se tornaram um fenômeno da dance music.Assim como “Please Don´t Go”, os hits ‘Who’s Fooling Who’, “We All Need love”, “Looking at My Girl”, conquistaram as paradas e fizeram com que o Double You criador de sucessos da dance music dos anos 90.
Um dos fatos que mais surpreendeu os integrantes do grupo foram as extraordinárias vendas de seus trabalhos no Brasil. Essa grande aceitação fez com que eles agendassem vários shows no País. Tocaram em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, onde as apresentações atraíram um enorme público.
Para agradecer o apoio, em 1996 eles decidiram lançar o álbum “Forever”, especialmente dedicado aos fãs brasileiros. Ele só foi lançado no país, alcançando a expressiva marca de 150 mil cópias vendidas. Em três meses o trabalho faturou o disco de ouro.
A partir de 1997 sua popularidade começa a cair e no ano seguinte, lançam Heaven, não obtendo êxito. Em 2001, voltam com: Studio Live – um CD recheado de sucessos, porém em versões acústicas.
Anos se passaram e a máquina de sucessos está de volta, agora contando com a parceria do DJ Ross, emplacam 02 hits: “Get Up” e “Beat Goes On”. O single mais recente do Double You é o hit “Lose Control”, que foi lançado em uma apresentação exclusiva em julho, na cidade de São Paulo.
Muitas parcerias e sucessos devem vir por aí…Quem tem mais de 20 anos já se divertiu bastante ao som desse fenômeno das pistas!!!

André Tanneberger, mais conhecido como ATB, é um dos grandes sucessos das pistas brasileiras com o single “Hold You”. Pouca gente sabe, mas esse alemão de 28 anos já trabalhou com grandes nomes da música eletrônica, antes de estourar nas paradas do mundo todo. Só pra se ter uma idéia, ele começou sua carreira remixando para gente como Moby e William Orbit.
Sua paixão pela música eletrônica nasceu ainda na adolescência. Inspirado pelo som que tocava no Tarm Center in Bochum, casa onde hoje é DJ residente, Andre produziu techno por seis anos. Mas foi como produtor de dance music que ele ganhou fama internacional.
ATB estourou pela primeira vez nas paradas européias com o single “9PM Till I Come”. Mais tarde viriam “Don’t Stop” e “Killer” para torná-lo mundialmente famoso. Resultado: Moby o convidou para remixar suas músicas. Daí pra frente não faltaram convites para André mixar aqui, trabalhar algum single para alguma coletânea e discotecar pelo mundo todo.
Mas a grande sacada de ATB foi seu projeto intitulado “Two Worlds”. Junto com Hether Nova e Wild Strawberries, Andre produziu um disco duplo, que leva o nome do projeto. A idéia era produzir um som que fosse agradável tanto na pista de dança quanto em uma praia. E segundo a crítica especializada, eles conseguiram.
Para o jornalista John Marz, “o projeto ‘Two Worlds’ redefiniu o conceito de dance music”. Essa opinião foi confirmada nas pistas de dança, já que o single “Let U Go”, que faz parte do novo projeto, foi a sensação das casas noturnas européias em 2001.
ATB acredita que o êxito do projeto “Two Worlds” se deve ao fato de que ele e seus parceiros, Heather Nova e Wild Strawberries, fizeram seu trabalho “com sentimento, sempre querendo ir além.” E ainda emenda sobre o segredo do seu sucesso. “Acredite em você mesmo, e ouça os conselhos de quem tem mais experiência.”

September é o nome artístico de Petra Marklund, cantora de dance-pop sueca nascida em 1984. A carreira dela começou com apenas 18 anos, quando em 2003, obteve o seu primeiro êxito com o tema “La La La (Never Give It Up)”, e depois voltou às paradas com a canção “We can do it”. Pouco tempo depois, as músicas “September All Over”, “Satellites” e “Looking For Love” foram grandes êxitos e projectaram ainda mais a jovem cantora.
Mas foi a sua música “Satellites”, que conseguiu alcançar o primeiro lugar em diferentes países, no ano de 2006, especialmente nas pistas de dança europeias. Na Suécia, September ganhou notoriedade por interpretar as versões acústicas dos seus singles.
Recentemente, Petra lançou, mundialmente,o seu novo álbum,chamado de Dancing Shoes. O disco alcançou um gênero mais dançante que os outros anteriores, com grandes hits, como “Until I Die”, “Can’t Get Over” e “Cry For You”, principal sucesso no Brasil.



